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Atendimento no Gabinete de Apoio ao Agricultor e Empresário | 5 junho 2026
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Biblioteca Municipal de Reguengos de Monsaraz recebe exposição de cerâmica de Heitor Figueiredo

Biblioteca Municipal de Reguengos de Monsaraz recebe exposição de cerâmica de Heitor Figueiredo

Exposição “É Pra Já” vai estar patente de 7 de fevereiro a 22 de março e pode ser visitada de segunda-feira a sábado A exposição de cerâmica “É Pra Já”, de Heitor Figueiredo, vai estar patente de 7 de fevereiro a 22 de março no Auditório António Marcelino da Biblioteca Municipal de Reguengos de Monsaraz. Esta mostra composta por 15 peças de cerâmica poderá ser visitada de segunda-feira a sábado, das 10h às 12h30 e entre as 14h e as 17h30. Heitor Figueiredo nasceu em Braga em 1952 e estudou no Porto, na Escola de Artes Decorativas, na Cooperativa Árvore e na Escola de Belas-Artes. O ceramista foi um dos fundadores do Núcleo de Artes Visuais em Aljustrel, reside na aldeia de Cabeça Gorda e é professor de arte. Em 2005, recebeu o Prémio Bienal Internacional de Cerâmica Artística de Aveiro. O trabalho desenvolvido pelo artista a partir de técnicas cerâmicas tradicionais, reinterpretadas de forma contemporânea, dá origem a peças que cruzam o objeto utilitário com a escultura e a instalação. As suas obras refletem uma abordagem espontânea e direta ao ato de criar, visível tanto nas formas como nos acabamentos. “É Pra Já” reúne trabalhos recentes do ceramista, revelando uma prática marcada pela continuidade, pela investigação formal e pela atenção aos processos artesanais, numa permanente reflexão sobre o papel da cerâmica no contexto da criação artística contemporânea. A exposição vai convidar o visitante a uma leitura próxima e sensorial do trabalho cerâmico, em que cada objeto afirma a sua identidade própria.   Gabinete de Comunicação e Imagem E. imprensa@cm-reguengos-monsaraz.pt | T. 266 508 048
2 de Fevereiro
Ministra do Ambiente vai estar em Reguengos de Monsaraz na assinatura do protocolo para a elaboração do PEAAP

Ministra do Ambiente vai estar em Reguengos de Monsaraz na assinatura do protocolo para a elaboração do PEAAP

Municípios abrangidos pela albufeira de Alqueva vão libertar-se dos constrangimentos que o atual plano causa ao desenvolvimento económico, turístico e recreativo A assinatura do protocolo de colaboração para a elaboração do Programa Especial das Albufeiras do Alqueva e Pedrógão (PEAAP) vai ser assinado no dia 17 de janeiro, às 11h, no Salão Nobre dos Paços do Concelho de Reguengos de Monsaraz. A cerimónia vai ser presidida pela Ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, e o documento vai ser assinado por José Pimenta Machado, Presidente do Conselho Diretivo da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), José Pedro Salema, Presidente do Conselho de Administração da Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas do Alqueva, e por Maria Luísa Farinha, Presidente do Conselho Diretivo da Associação Transfronteiriça de Municípios do Lago Alqueva (ATLA). O PEAAP é um instrumento de planeamento territorial de natureza especial que visa a proteção e a valorização das albufeiras do Alqueva e de Pedrógão, promovendo a utilização sustentável dos recursos hídricos e conciliando a preservação ambiental com os usos económicos, turísticos e recreativos. Este programa substitui o Plano de Ordenamento das Albufeiras do Alqueva e Pedrógão (POAAP), garantindo uma gestão mais eficaz e integrada do território. Em 2006, uma Resolução do Conselho de Ministros determinou a revisão do POAAP, em 2014 a estrutura de gestão territorial foi reformulada, passando os planos de ordenamento das albufeiras a planos especiais das albufeiras, e em 2018 foi formalmente determinada a elaboração do PEAAP. Marta Prates, Presidente da Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz, iniciou em 2022 um processo de coordenação entre os municípios abrangidos pelo POAAP para desbloquear a execução do plano, tendo decorrido reuniões estratégicas com a APA e os restantes parceiros, que culminaram na resolução do impasse e na apresentação de propostas para assegurar o financiamento de cerca de 35 por cento do valor do PEAAP pelos municípios. Marta Prates refere que “após reunião com a APA em 2024, reuni de imediato com a Secretaria de Estado do Ambiente para assegurar que o Ministério do Ambiente incluía a verba necessária à execução do programa no seu orçamento plurianual. Em paralelo, a ATLA apresentou uma candidatura aos fundos comunitários, que culminou com a redução dos custos para os municípios. Após quase duas décadas de impasse, os esforços e diligências feitas pela autarquia de Reguengos de Monsaraz em sintonia com os restantes municípios, permitem agora que o PEAAP passe finalmente a ser uma realidade, consolidando um trabalho de cooperação entre entidades públicas, municípios e associações locais, reforçando o compromisso com a sustentabilidade e valorização das albufeiras do Alqueva e Pedrógão”.   Gabinete de Comunicação e Imagem E. imprensa@cm-reguengos-monsaraz.pt | T. 266 508 048
15 de Janeiro
Monsaraz assinala 750 anos do Foral Afonsino que fundou o concelho

Monsaraz assinala 750 anos do Foral Afonsino que fundou o concelho

Sessão evocativa do Foral Afonsino de Monsaraz decorre no dia 15 de janeiro na Igreja de Santiago As comemorações dos 750 Anos do Foral Afonsino de Monsaraz têm início no dia 15 de janeiro, pelas 18h, com uma sessão evocativa da efeméride na Igreja de Santiago, em Monsaraz. A sessão terá intervenções de Marta Prates, Presidente da Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz, de Hermínia Vasconcelos Vilar, Reitora da Universidade de Évora, e de Ana Paula Amendoeira, Vice-presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo, finalizando com a atuação do Grupo Coral da Freguesia de Monsaraz. A autarquia criou uma comissão de honra das comemorações, constituída pelas instituições e associações da freguesia de Monsaraz, para envolver a sua população na promoção de iniciativas de cariz popular durante as celebrações oficiais da efeméride, que vão decorrer durante todo o ano. O Foral Afonsino de Monsaraz, redigido em latim medieval, foi concedido por D. Afonso III em 15 de janeiro de 1276 e constitui o diploma fundador da vila, enquanto comunidade juridicamente organizada. No seu prólogo, o monarca afirma, em nome da autoridade régia e divina, ter povoado Monsaraz e restituído a vila ao culto cristão, concedendo-a para sempre aos seus homens, com todos os termos, limites e pertenças, claramente definidos ao longo do documento através de uma extensa e rigorosa delimitação territorial. O foral estabelece Monsaraz como concelho dotado de autonomia administrativa, judicial e fiscal, regulando de forma detalhada a vida económica, social e militar da comunidade. Nele são fixados direitos e isenções relevantes, como a dispensa de portagens em todo o reino, a isenção de montado e de certos foros, assim como privilégios concedidos a mercadores, almocreves, cavaleiros e moradores. O diploma define igualmente penas para crimes, normas de convivência pública, regras de comércio e impostos sobre mercadorias, pesca, agricultura e criação de gado. O foral consagra ainda o papel estratégico de Monsaraz na defesa do território, atribui estatuto privilegiado aos cavaleiros, regula o serviço militar, garante honras específicas a viúvas e descendentes, reconhece a coexistência de diferentes grupos sociais e religiosos e estabelece normas aplicáveis a cristãos, mouros, judeus, oficiais régios e senhoriais.   Gabinete de Comunicação e Imagem E. imprensa@cm-reguengos-monsaraz.pt | T. 266 508 048
7 de Janeiro
Monsaraz volta ao centro da antropologia com a apresentação do livro “Ricos e Pobres no Alentejo”, de José Cutileiro

Monsaraz volta ao centro da antropologia com a apresentação do livro “Ricos e Pobres no Alentejo”, de José Cutileiro

Autarquia promove sessão de apresentação da reedição da obra que descreve a vida social e económica de Monsaraz no estudo antropológico realizado de 1960 a 1967 O livro “Ricos e Pobres no Alentejo”, de José Cutileiro (1934-2020), vai ser apresentado hoje, dia 15 de dezembro, pelas 18h, na Igreja de Santiago, na vila medieval de Monsaraz, num evento promovido pelo Município de Reguengos de Monsaraz. A reedição desta obra, um clássico da antropologia portuguesa e europeia publicado em 1971, foi editada pela Imprensa Nacional e pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo. O antropólogo José Cutileiro realizou em Monsaraz entre 1960 e 1967 o trabalho de campo que serviu de base para a sua tese de doutoramento na Universidade de Oxford, “A Portuguese Rural Society”, depois traduzida como “Ricos e Pobres no Alentejo”, que constitui um dos primeiros estudos antropológicos detalhados sobre uma comunidade rural portuguesa. Durante esses anos, estudou a vida social e económica de Monsaraz, que no livro aparece com o nome fictício de Vila Velha. Foi em Monsaraz que José Cutileiro observou de perto a estrutura agrária tradicional, marcada pelo peso dos grandes proprietários e pela dependência económica dos trabalhadores rurais, que definiram durante décadas a organização social da região. A estratificação social, claramente visível em Monsaraz, permitiu ao investigador analisar de forma rigorosa as dinâmicas de poder e as fronteiras simbólicas entre proprietários, rendeiros e assalariados, descrevendo com detalhe as relações de trabalho sazonais, frequentes nas herdades em redor da vila, revelando o impacto direto dos ciclos agrícolas na vida das famílias locais. O estudo destaca também a vitalidade da vida comunitária, centrada no centro da vila, na igreja e noutros espaços de sociabilidade onde se negociavam alianças, reputações e conflitos. Monsaraz surge como exemplo marcante de uma comunidade onde tradições, rituais e redes de parentesco desempenhavam um papel essencial na manutenção das identidades e na organização do trabalho. Ao revisitar esta obra, torna-se evidente que a profundidade do retrato social apresentado, deve muito ao contacto direto de José Cutileiro com os habitantes da vila.   Gabinete de Comunicação e Imagem E. imprensa@cm-reguengos-monsaraz.pt | T. 266 508 048
15 de Dezembro
Ivo Soares Quinteto na celebração dos 21 anos da cidade de Reguengos de Monsaraz

Ivo Soares Quinteto na celebração dos 21 anos da cidade de Reguengos de Monsaraz

Autarquia atribui medalhas de mérito no Dia da Cidade O 21.º aniversário da elevação de Reguengos de Monsaraz à categoria administrativa de cidade vai ser assinalado no dia 8 de dezembro, a partir das 21h30, no Auditório Alberto Janes. Na cerimónia vai atuar o Ivo Soares Quinteto, que vai interpretar grandes sucessos musicais do jazz e da bossa nova. O cantor Ivo Soares vai estar acompanhado por Zé Soares (guitarra e direção musical), Felippe Figueiredo (saxofone), Yuri Daniel (contrabaixo) e Bruno Pedroso (bateria) Durante o espetáculo, a autarquia vai atribuir medalhas a personalidades, instituições e associações que se notabilizaram pelos seus méritos e feitos nos mais variados domínios de atuação, contribuindo para o engrandecimento e o prestígio do concelho, mas também a trabalhadores municipais que no exercício da sua atividade se distinguiram pelo exemplar comportamento, pela competência profissional e pela dedicação à causa pública. As distinções foram propostas pelo Executivo Municipal e aprovadas pela Assembleia Municipal. A Medalha de Mérito Científico vai ser atribuída a Lina do Carmo Mendonça, investigadora do CLEPUL – Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, pelo trabalho académico e científico desenvolvido no âmbito do seu doutoramento, que contribuiu para o estudo, preservação e valorização do património cultural imaterial do concelho de Reguengos de Monsaraz. A sua investigação centrou-se na recolha e análise da tradição oral alentejana e resultou num vasto conjunto de cantigas, modas, provérbios, orações e expressões populares que obteve junto da comunidade reguenguense, constituindo um importante legado para a memória coletiva. A autarquia vai entregar a Medalha de Mérito Ambiental ao Clube de Ciência Viva na Escola Básica António Gião, que teve Alexandre Reis, Filipe Góis e Pilar Silva distinguidos na categoria de Ciências Biológicas na MOSCITEC – Mostra de Ciência, Inovação, Tecnologia, Empreendedorismo e Cultura, evento que juntou mais de dois mil jovens cientistas em Porto Alegre, no Brasil, onde apresentaram o projeto “Monitorização da população da pega-rabuda (Pica pica) na cidade de Reguengos de Monsaraz enquanto dormitório da espécie (2022-2025)”. Através da monitorização da pega-rabuda, único corvídeo de plumagem preta e branca em Portugal, foram realizados censos que demonstraram a maior concentração de exemplares no país, com mais de mil indivíduos, abrindo potencial para o desenvolvimento do turismo ornitológico no concelho. A empresa Corval Som – Produções Audiovisuais Lda. vai receber a Medalha de Mérito Empreendedor por ser uma referência na área do audiovisual e produção técnica de eventos, prestando serviços de sonorização, iluminação, multimédia e apresentação de produtos e de eventos culturais. O seu trabalho tem levado o nome de São Pedro do Corval e de Reguengos de Monsaraz a eventos de grande dimensão e prestígio, promovendo o desenvolvimento económico e cultural da região, mas também tem valorizado a cultura local, apoiando iniciativas que dinamizam a comunidade. A Medalha de Mérito Cívico vai distinguir a Delegação de Reguengos de Monsaraz da Liga Portuguesa Contra o Cancro, como reconhecimento do trabalho desenvolvido para a comunidade, promovendo ações de sensibilização e prevenção, apoiando doentes oncológicos e as respetivas famílias e mobilizando voluntários e parceiros locais em torno da causa. O Grupo de Forcados Amadores de Monsaraz vai receber a Medalha de Mérito Cultural pelo seu contributo para a preservação e valorização das tradições taurinas e culturais do concelho. A Medalha de Mérito Desportivo vai ser atribuída ao Grupo Columbófilo Albino Fialho pela passagem do seu 75.º aniversário e ao Atlético Sport Clube/Bombeiros Voluntários de Reguengos de Monsaraz pelos seus 50 anos de existência. A autarquia vai ainda entregar a Medalha de Mérito Social ao Centro Social e Paroquial do Sagrado Coração de Jesus de Campinho pelo seu trabalho durante 25 anos na prestação de cuidados a idosos e famílias através das suas estruturas. A Medalha de Bons Serviços e Dedicação ao Município de Reguengos de Monsaraz é atribuída aos trabalhadores municipais que se distinguiram exemplarmente no desempenho das suas tarefas, com mérito, dedicação e assiduidade, dignos de realce e isentos de qualquer penalidade no registo disciplinar. Assim, a autarquia vai distinguir com a Medalha de Prata 16 funcionários com 25 anos de serviço efetivo e 48 trabalhadores municipais vão receber a Medalha de Bronze pelos 15 anos de serviço efetivo, respondendo com rigor e profissionalismo às necessidades da população.   Gabinete de Comunicação e Imagem E. imprensa@cm-reguengos-monsaraz.pt | T. 266 508 048
5 de Dezembro
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